Hoje pego um outro livro (de poesia, é claro) de outra poeta portuguesa. Agora não será Sophia, do Porto. Será Florbela, de Évora, Alentejo. Um poema breve, chamado
Errante
Meu coração da cor dos rubros vinhos
Rasga a mortalha do meu peito brando,
E vai fugindo, e tonto vai andando
A perder-se na bruma dos caminhos
(...)
Rasga a mortalha do meu peito brando,
E vai fugindo, e tonto vai andando
A perder-se na bruma dos caminhos
(...)
- Florbela Espanca
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