sexta-feira, 21 de abril de 2017

Julieta, io te amo! I fell head over heels in love with you, fazê o quê? Will you marry me, a poor stupid Capuleto?
"eu Amo a Natureza De Deus"
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(:☆°""Amor"""*°☆:)
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Acho que há um espião entre nós. Bico calado!
"eu Amo a Natureza De Deus"
Ai k Lindura! <3
Que # de 1 a 10, você daria para esta foto?
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"Always do right. This will gratify some people and astonish the rest."
Mark Twain
Fazer lambança não é novidade dos tempos modernos. Já o velho Samuel Langhorne Clemens, aka Mark Twain sabia disso. E comentava essa tendência da raça humana com a fina malícia e a sutil crítica que eram sua marca registrada. Mas gentem... não precisava exagerar na lambança...
Com vocês... Bico Doce e a Banda Mel!
Mais uma do Dr. Seuss, maluco-beleza que diz grandes verdades de uma forma doidinha. TRUER como comparativo de true, pode existir sim. Mas está sujeito a polêmicas, já que o adjetivo "true" tem sentido absoluto e por isso não cabe comparação. Algo que é true é true e ponto final. Não pode ser, em tese, mais true do que outra coisa qualquer. Tá bem, mas nóis aceita, porque é uma brincadeira. Agora ... YOUER than you... é demais. E, no entanto, é isso mesmo! Não há ninguém, nem morto nem vivo, que seja MAIS VOCÊ do que VOCÊ. Então, encha o peito, respire fundo e orgulhe-se de ser VOCÊ. É essa a mensagem, simples: BE YOURSELF!
"Be who you are and say what you feel because those who mind don´t matter and those who matter don´t mind."
Bernard Baruch, aka Doctor Seuss
Hoje é a vez de apresentar, para quem não o conhece, o maluco-beleza Bernard Baruch, autor de um monte de livrinhos para crianças (de todas as idades). Ele bolava as historinhas e desenhava os personagens, entre eles o gato de cartola, o espertíssimo Cat in the Hat, um clássico da literatura infantil dos Estados Unidos. É meio babaquinha, mas é bom demais...
Na citação acima ele se diverte, dando um nó na cabeça de quem lê, quando faz um jogo de palavras com dois verbos que se confundem: to matter (importar, ter importância) e to mind (importar-se, incomodar-se com). A ideia sempre perde muito quando passada para outra língua, mas a minha melhor tentativa seria esta:
 "Seja você mesmo e diga sempre o que sente, porque quem se incomodar (com o que você diz) não tem importância e quem tem importância (pra você) na verdade não está nem aí."
Em menos palavras e linguagem moderna, o conselho do Dr. Seuss é
"Sê quem és, sincero no que dizes e liga o phoda-se."

sábado, 8 de abril de 2017

"If you think you are too small to make a difference, try sleeping with a mosquito."
Dalai Lama
Do alto da nossa enorme pequenez, voltamos a louvar e propagar a sabedoria do Dalai Lama. E lembrar que o voo da Air Rexona (onde sempre cabe mais um) para o Tibé ainda tem alguns lugares, mas agora só no corredor. Assentos à janela já não há mais, sorry about that. Todos os que já se inscreveram têm lugares garantidos. Vamos todos pro Tibé, isso é que é. E, to be on the safe side, vamos levar um bom estoque de Off, para dar um "fora!" nos eventuais mosquitos tibetanos. Nosso objetivo é sair da confusão local, fundar a escola de samba Unidos do Dalai Me Saco e viver felizes ever after.


"E os senhores das armas, a cinzenta indústria das guerras, o sombrio e peçonhento complexo que traça o mapa geopolítico deste planeta, a secreta e hipócrita super-entidade que organiza, fomenta e põe pra funcionar a mega porrada no mundo inteiro, especialmente em zonas sensíveis, por interesses vários, como o Oriente Médio, para disso ganhar sustentação política, mais poder, e mais grana, todos esses carinhas go to church on Sundays, oferecer preces aos seus deuses para que seus objetivos sejam alcançados, suas fábricas de produzir desgraças continuem prósperas e as pessoas continuem alienadas, quietas, caladas, submissas, impotentes. Não havia guerra na Síria, há meia dúzia, vá lá há uma dúzia de anos, os caras tavam quietos lá, vivendo sob um "ditador" o Bashad filho, mas as pessoas tinham direito à vida, pelo menos, fossem sunitas, xiitas ou lá o que essa tradição religiosa lhes impunha. Mas lá pelo ano 2000, o governo do Bushinho, apoiado por figuras sinistras como Dick Cheney, Donald Rumsfeld, Condoleeza Rice e aquele outro carinha cujo caminho esqueci, o cara que disse que o Iraque "nadava em óleo", achou por bem (deles), tinha porque tinha de invadir a p. do Iraque, contra tudo e contra todos (menos o cachorrinho poodle do Tony Blair, que agora diz que foi um erro, dez pontos na carteira dele) decidiu invadir a p. do Iraque, com, entre outros pretextos, o objetivo de bom-moço de encontrar armas de destruição em massa (que eles tinham certeza de lá existir, porque tinham sido eles que as venderam...), encontrar e matar o "ditador" Sadam Hussein (que tinha sido apoiado por eles na guerra contra o Irã, quando os mullahs nacionalizaram o petróleo e chutaram o Shá da Pérsia, amiguinho do mundo ocidental e das companhias de petróleo...), porque o monstro do Sadam, além de comer criancinhas como sobremesa tinha feito a boçalidade de invadir o Kuwait (quintal ocidental) e tentado matar o paizinho do Bushinho, o Bush Pai... Era preciso mudar o regime, era preciso colocar fantoches lá, gente da confiança deles e essa m. até hoje está instalada e sem perspectiva de acabar. Matando milhares ou milhões, sei lá, de civis, destruindo países, criando refugiados, inchando a Europa. Enquanto isso o Bushinho dá fazendo palavras-cruzadas ou catando pulgas no cão lá no ranchinho do Texas e só não escreve suas memórias porque não sabe articular uma frase sem pisar na abóbora. Quando essa lambança vai acabar? Agora, com Vladimir e Donaldinho brincando de índio e caubói..."
By Amadeu Marques
Sem pedir licença à querida amiga Regina Bastos, mas certo de que ela não a negaria, para partilhar com todos os amigos não só a linda foto, mas alguns versos de William Wordsworth (1815) inspirados pela bucólica visão de "a crowd, a host of golden daffodils (...) ten thousand at a glance (...) Só o olhar mágico do poeta seria capaz de contar 10 mil narcisos assim, num relance... O poema chama-se "Daffodils", é um clássico da poesia romântica inglesa e vale a pena conhecer, mesmo que sejam apenas as duas primeiras estrofes. It´s supposed to be read aloud!:
I wandered lonely on a cloud
That floats on high o´ver vales and hills,
When all at once I saw a crowd,
A host of golden daffodils;
Beside the lake, beneath the trees,
Fluttering and dancing in the breeze.
Continuous as the stars that shine
And twinkle on the Milky Way,
They stretched in never-ending line
Along the margin of a bay:
Ten thousand saw I at a glance
Tossing their heads in sprightly dance.
(...)
Esses daffodils e os versos de Wordsworth vêm como colírio, contrapondo sua beleza à feiura das notícias de todo dia, de perto e de longe, dos absurdos, lambanças e desgraças que compõem a realidade dos nossos tempos. Mais daffodils e menos missiles. (Não rima...) Queremos de volta a musiquinha e a filosofia do "Hair".